Era difícil respirar; o visor do capacete mostrava o suprimento de oxigênio por exatamente meia hora. Durante este tempo, Revil planejou chegar ao centro da cidade e obter a Máscara da Morte. Havia uma névoa verde acre ao redor, não havia ar aqui, pessoas meio mortas vagavam pelas ruas, criaturas capturadas pela influência da Máscara.
O som de passos se espalhava pelas salas vazias do prédio abandonado, Revil se movia com cautela, sem saber o que esperar no local mais perigoso do Technolab.

A cidade há muito foi capturada pela corrupção, mas não pela corrupção terrena, que escraviza as mentes dos políticos e dos sedentos de poder. A corrupção da Máscara da Morte toma conta da mente dos seres vivos, eles perdem o controle de si mesmos e passam a viver para realizar seus desejos. Todos aqueles que ficaram sob a influência começaram a acreditar que receberiam a vida eterna como resultado de seu serviço. Para manter o controle, a Máscara exige um fluxo constante de novos escravos e a captura de novos territórios com criaturas puras.
No noroeste, Revil viu o brilho azul sobre o qual Alice lhe contou; no centro dele está um enorme edifício criado pelos construtores do Technolab; Um estranho e grotesco acúmulo de estruturas salientes e peças mecânicas, como se tivessem sido criadas por um louco, tinha uma aparência assustadora.
Revil desceu da janela do prédio para a rua para continuar sua jornada, quando de repente ouviu o forte impacto de membros de metal no asfalto. Virando-se, ele viu o Demônio na sua frente – uma criatura biomecânica com três cabeças humanas, semelhante a uma aranha, movia-se lentamente em sua direção. Um círculo de uma estranha cor preta espelhada apareceu no céu, era difícil desviar os olhos. Houve um rugido ensurdecedor da sirene da cidade, chamando criaturas escravas para ajudar o Demônio. A situação estava muito ruim, mas Revil tinha uma surpresa preparada para este caso…